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No antigo Egito era executada por sacerdotizas, cujo objetivo era o desenvolvimento espiritual.
Nos dias atuais, esta dança traz à mulher
moderna a possibilidade de reencontrar sua mais profunda ligação
com a essência da feminilidade, através do arquétipo da
Deusa.
Entre véus, incensos e magia, o ventre descoberto capta a energia do
Sol, e a mulher divide-se em três:
Corpo, Espírito e Serpente!
FIGURA DE DANÇA
"... de olhos escuros, ó mulher de meus sonhos, de sândalo e marfim, não há nenhuma igual entre as dançarinas, nenhuma com pés rápidos.
Não te encontrarei nas tendas na escuridão amortecida.
Não te encontrarei junto à nascente entre as mulheres com
seus cântaros.
Como um renovo sob a cortiça, são teus braços: tua face é como um rio com luzes.
... Ouro, turquesa e prata estão no lugar do teu repouso.
Uma escura veste, com fios de ouro em frisos colheste ao teu redor
... Não há nenhuma igual entre as dançarinas."